quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Javier Jaen





AULA DE LATIM
Com a Professora Mafalda Viana
A partir de um texto é possível situar aspectos variados susceptíveis de dar a ver a importância de se estudar latim.
“(…) é importante mostrar que a língua que falamos tem uma memória que condiciona de facto o nosso pensamento. Partindo daqui, é possível ir ao encontro de vários aspectos reveladores de uma ligação entre cultura e língua impossível de desfazer (…)”
no Centro Cultural de Belém [em colaboração com o Centro Nacional de Cultura]

6, 13, 20 e 27 Fev 2013 + 6 Março - 18:00 às 19:00 - Sala Amália Rodrigues
13 Mar 2013 - 18:00 às 19:00 - Sala Maria Helena Vieira da Silva  

Entrada livre ( mediante inscrição para  inscricoes.ciclos.humanidades@ccb.pt )
Periodicidade semanal (Quarta-feira)
Duração  1h00 / Para todo o público


100.000 titulos virados de capa para a frente
UMA LIVRARIA DE FUNDOS


A 2º maior livraria do mundo - Madeira, Funchal
A Livraria Esperança tem em stock quase todos os livros em português, ou seja, todos os editados em Portugal e muitos dos que, tendo sido editados no Brasil, têm distribuidores em Portugal.
A Livraria Esperança é uma Livraria de Fundos, ou seja, uma vez vendido um título este é reposto de imediato até que o editor o defina como esgotado (ou seja, que não existem mais livros disponíveis).
A Livraria Esperança é a única Livraria de Fundos a operar neste momento em Portugal.
A Livraria Esperança apresenta os seus 94.000 livros diferentes expostos de capa por considerar que essa é a melhor forma de publicitar o livro

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


“A acção começa na consciência. A consciência, pela acção, insere-se no tempo. Assim, a consciência atenta e virtuosa procurará o modo de influir no tempo. Por isso, se a consciência for atenta e virtuosa, assim será o tempo e o modo.” 
(Pedro Tamen)


"Revista fundada em 29 de Janeiro de 1963, tendo como primeiro director António Alçada Baptista. Ligada à Editora Moraes e à colecção do Círculo do Humanismo Cristão. Mobiliza, na sua primeira fase, uma série de intelectuais católicos críticos do salazarismo, como Nuno de Bragança, Pedro Tamen, João Bénard da Costa, Alberto Vaz da Silva, Mário Murteira, Adérito Sedas Nunes, Francisco Lino Neto, Orlando de Carvalho, Mário Brochado Coelho. Alarga-se a outros sectores da esquerda, como a Mário Soares e a Salgado Zenha, vindos do MUD, ao então comunista Mário Sottomayor Cardia, e à jovem geração de líderes estudantis, como Manuel Lucena, Vítor Wengorovius e Medeiros Ferreira. Esta última acaba por preponderar na revista, mobilizando Vasco Pulido Valente. Em 1967-1968, a revista perde as raízes personalistas e católicas e vira ainda mais à esquerda, iluminada pelos fulgores do Maio de 1968, sob a direcção de Bénard da Costa e de Helena Vaz da Silva e com a entrada de Luís Salgado Matos e Júlio Castro Caldas. Colaboram então futuros socialistas e comunistas como Alfredo Barroso, Jaime Gama, José Luís Nunes, António Reis, Luís Miguel Cintra, Jorge Silva e Melo, Nuno Júdice e Manuel Gusmão. Em 1970, numa maior guinada à esquerda, a revista passa a ser porta-voz do maoísmo lusitano, com a entrada de Arnaldo Matos e Amadeu Lopes Sabino."
http://www.iscsp.utl.pt/~cepp/antologia/tempo_e_o_modo.htm




                                    MIL E UMA CARAS DA ÓPERA DE PEQUIM
Secção de imagem

Oficina a realizar no Museu do Oriente, nos dias 11 e 13 de Fevereiro, das 10h00 às 13h00 e das 14h30 às 18h00, destinada a um público alvo dos 7 aos 12 anos de idade e que replica uma forma de teatro tradicional na China em que os actores se maquilham a si próprios, desse modo construindo a máscara de representação da sua imagem.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013




15 minutos para conhecer uma obra de arte em exposição em Serralves
Aproveitando, por exemplo, a hora de almoço, é possível ouvir os monitores do Serviço Educativo de Serralves a apresentar uma ou outras das obras mais emblemáticas da colecção de esculturas ou das peças representativas das exposições do momento.

Acesso gratuito e sem inscrição prévia, com lotação máxima de 20 participantes
02 NOV 2012 - 03 MAR 2013 
http://feiradolivrodepoesia.blogspot.pt/

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013


Língua Portuguesa
Academia das Ciências de Lisboa

No dia 31 de Janeiro de 2013, na Academia das Ciências de Lisboa, vai realizar-se a conferência "A Sociedade Civil no Plano de Ação de Brasília" evento organizado pela Academia das Ciências, APEDI – Associação de Professores para a Educação Intercultural, Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, OLP – Observatório da Língua Portuguesa e Priberam que conta com a colaboração da AULP – Associação das Universidades de Língua Portuguesa, do Centro Português de Fundações, da Plataforma Portuguesa das ONGD – Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento, do Instituto Internacional de Macau, do Instituto Nacional de Estatística e do Sapo.pt.
O objectivo da conferência é convocar a sociedade civil para a promoção, difusão e projecção da língua portuguesa.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

“Eu também moro nas pontas dos pés” 




Teatro Maria Matos
 a partir de 25 janeiro

     "O corpo não é uma roupa que vestimos e despimos. O corpo somos nós: por fora e por dentro. O corpo está vivo: às vezes manda em nós, fala por nós, mexe-se sozinho. O corpo transforma-se: também é vento, chuva, uma estrela-do-mar. Há coisas difíceis que o corpo não faz: respirar debaixo de água, voar… Outras coisas parecem difíceis, mas, se treinarmos muito, chegamos lá. Eu moro dentro do meu corpo e gosto de aqui morar. É um lugar bestial onde estão sempre a acontecer coisas. Contigo também é assim? (…)"


A primeira Conferência para a Edição Digital de Livros para Crianças, Conferência ABC da Edição Digital, a realizar no próximo dia 28 de Janeiro, na  Fundação Calouste Gulbenkian , vai abordar a edição digital sob as perspectivas dos escritores e ilustradores, da tecnologia e do mercado, da divulgação, da crítica e da recepção dos leitores. Estarão presentes alguns especialistas internacionais, como Junko Yokota e Neal Hoskins.

PROGRAMA / INSCRIÇÕES

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013


BELO (RUY) - AQUELE GRANDE RIO EUFRATES.

Edições Ática.[Lisboa.1961.Oficinas Gráficas da Editorial Império, Limitada].In-8º gr. de 141-III págs. B. VENDIDO
Primeira edição do primeiro livro de poesia de Ruy Belo, um dos mais destacados poetas portugueses contemporâneos e autor também com significativa actividade como ensaísta e crítico literário.
Capa de brochura com manchas de acidez.





Ah, poder ser tu, sendo eu!


Ei-lo que avança
de costas resguardadas pela minha esperança
Não sei quem é. Leva consigo
além de sob o braço o jornal
a sedução de ser seja quem for
aquele que não sou
E vai não sei onde
visitar não sei quem

Sinto saudades de alguém
lido ou sonhado por mim
em sítios onde não estive
Há uma parte de mim que me abandona
e me edifica nesse vulto que
cheio de ser visto por mim
é o maior acontecimento
da tarde de domingo
Ei-lo que avança e desaparece
E estou de novo comigo
sobre o asfalto onde quero estar


'Aquele Grande Rio Eufrates'

Ed. Esfera dos Livros
GRANDES NAUFRÁGIOS PORTUGUESES

“(…) A história dos naufrágios e da luta contra o mar, um adversário intempestivo e imprevisível. Desde os primeiros séculos da nacionalidade com os navios das esquadras de D. Fuas Roupinho (1180), da conquista de Faro (1249) e de Manuel Pessanha (1337), à esquadra de Pedro Álvares Cabral, em 1500; passando pelos séculos XVI e XVII, onde, graças ao aumento do comércio originado pela Carreia da Índia, se deu não só a maioria como também as mais dramáticas tragédias marítimas portuguesas, com referência entre tantos outros, aos desastres das naus Águia e Garça, em 1559, ou dos navios da esquadra de D. Manuel de Meneses, em 1627, terminando nos dias de hoje, em 1991, com o naufrágio do pesqueiro Bolama. Uma recolha exaustiva de 60 naufrágios, provocados por acidentes, batalhas navais ou por falha humana, muitos deles ocorridos na traiçoeira barra do Tejo, outros em locais por todo o mundo onde os portugueses andaram (…)” 

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013


As lições da Cinderela

http://www.123desenhosparacolorir.com
/cinderela-para-colorir/
“Há um episódio muito emocionante na história da Cinderela. Como se lembram, ia haver o baile do príncipe mas a madrasta disse-lhe que ela não tinha um vestido adequado e que sem isso não poderia ir. Mas a menina descobriu um velho vestido de baile na arca e foi, muito esperançosa, pedir para acompanhar as irmãs. Ora a madrasta não tinha a menor intenção de a deixar ir mas disse que sim, desde que conseguisse lavar as janelas, limpar o chão, passar a ferro, coser a roupa, tudo a tempo e horas… E acabava, sibilina: “Se terminares o trabalho, então sim, poderás ir ao baile!”, e sublinhava o se com um riso mau, sabendo as condições incumpríveis. Esta parte da história mostrava às crianças o odioso da falsidade de quem não quer assumir a sua vontade e arranja mil e uma formas ínvias de fazer com que alguém não consiga obter o resultado que ela quer contrariar. Daqui resulta um sentimento de injustiça para os que tentam cumprir e uma situação de favor para os que conseguem a benevolência de quem dita as regras. Através desta história, as crianças aprendiam a rejeitar este tipo de atitudes e a admirar a coragem e o esforço dos que venciam as adversidades.”


In: Jornal I, Sexta-Feira, 18 de Janeiro de 2013, pg 12

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013


"A Fonte das Palavras"


"(...) projecto concebido por Maria João Worm para a Casa das Histórias Paula Rego. Teve como ponto de partida o contexto editorial ficcionado que a artista tem desenvolvido no seu trabalho, através do qual cria quadros biográficos diversos, e dá corpo a escritores e tradutores pela apresentação dos seus trabalhos. Na segunda parte do percurso expõe-se um conjunto de matrizes de gravuras realizadas pela artista para ilustrarem textos da escritora Dulce Maria Cardoso.


Galardoada com o Prémio Nacional de Ilustração 2011, Maria João Worm transporta a cada projecto a poética das histórias e das memórias individuais para um quotidiano desassossegado de questionamento identitário de se ser humano, fazendo da imagem e da palavra, do desenho, da gravura, dos objectos, as suas formas de pensar e contar.”


13 Dezembro a 17 Fevereiro 2013

terça-feira, 15 de janeiro de 2013


http://www.biography.com/people/sylvia-plath-9442550

Papoilas em julho

Pequenas papoilas, pequenas chamas infernais,
sois inofensivas?

Estremeceis. Não posso tocar-vos.
Ponho as minhas mãos por entre as chamas. Mas nada
                                     queima.

E fico exausta quando vos vejo
estremecer assim, pregueadas e rubras como a pele da
                                     boca.

Uma boca há pouco ensanguentada.
Pequenas orlas de sangue!

Há nela um fumo que não consigo tocar.
Onde está o vosso ópio, as vossas cápsulas nauseabundas?

Se eu pudesse esvair-me em sangue ou dormir!...
Se a minha boca conseguisse desposar uma tal ferida!

Ou os vossos licores me penetrassem, nesta cápsula de
                                      vidro,
trazendo-me a acalmia e o silêncio.

Mas sem cor. Sem nenhuma cor.
  
Pela Água
Tradução de Maria de Lourdes Guimarães

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013




FINS, conforme o Artº. 4º dos estatutos: 


  • Cuidar do seu património material 
1. Jardins e Palácio dos Marqueses de Fronteira 2. Todos os bens móveis ou imóveis de sua propriedade, presente ou futura 
  • Cultivar o seu património cultural 
1. O património cultural corporizado no seu património material e o relativo à família que o construiu e preservou, a cuja história está indissoluvelmente ligado 2. O património cultural português e de influência portuguesa, o europeu e o da humanidade em geral Promover a investigação, a criação artística e a formação cultural
  • Promover a investigação, a criação artística e a formação cultural
Jantar/conferência 
dos Amigos da Fundação das Casas de Fronteira e Alorna

30 de Janeiro de 2013

"A China: História, Cultura, Política - aproximações tacteantes"

Dr. Guilherme Valente


É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e tem pós-graduação em Relações Interculturais pela Universidade Aberta. Trabalhou como assessor cultural dos dois últimos governadores de Macau. Integrou a Comissão Instaladora do Centro Científico e Cultural de Macau, a primeira instituição consagrada ao estudo da presença portuguesa no extremo-oriente e à valorização das relações luso-chinesas. Lançou as bases do primeiro mestrado de estudos chineses em Portugal. É curador e administrador da Fundação Jorge Álvares e foi distinguido com os graus de Comendador e de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

OUTRA PROGRAMAÇÃO





COLÓQUIO

[no âmbito da Exposição” Are you still Awake?”]
 (…) Num contexto social e político particularmente difícil a arte surge de novo como meio de observação e interrogação privilegiado sobre o mundo, a exemplo do que tem acontecido em outros momentos críticos da história. Com a participação de alguns dos mais relevantes pensadores, investigadores e artistas da atualidade, neste colóquio será analisada e discutida a sempre renovada relação entre arte e política. O que pode a arte perante o mundo? E uma resposta possível para início de debate: "Eis os limites do que eu posso. O resto pertence-vos". (Jacques Rancière) programa

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Éditions de la Différence
DO AMOR E DA AMIZADE
“(…) O náuatle tem sido falado no México central desde pelo menos o século VII. Na época da conquista espanhola do México, no início do século XVI, era o idioma dos astecas, que dominavam o México central durante o fim do período pós-clássico da cronologia mesoamericana. A expansão e influência do Império Asteca fizeram com que o dialeto falado pelos astecas de Tenochtitlán se tornasse um dialeto de prestígio na Mesoamérica deste período. Com a introdução do alfabeto latino, o náuatle também se tornou uma língua literária e muitas crônicas, gramáticas, obras de poesia, documentos administrativos e códices foram escritos nos séculos XVI e XVII. Esta língua literária baseada no dialeto de Tenochtitlán foi chamada de náuatle clássico e está entre as línguas mais estudadas e bem-documentadas das Américas (...)” [Excerto]

"Poésie nahuatl d’amour et d’amitié (XIVe-XVIe siècles). Ces poèmes furent chantés dans l’Ancien Mexique jusqu’au temps de la Conquête. Avec accompagnement de flûtes, tambours, et danses rituelles. Ils sont parfois attribués, parfois datés. Deux thèmes essentiels dans ceux qui sont ici réunis : l’amour superbement impudique des femmes ; l’amitié des confréries masculines. Là, il s’agit d’une célébration de l’avant et de l’après vivre, comme du passage d’un bonheur à l’autre : « Nous ne sommes venus que pour rêver, / ah ! il n’est pas vrai / que nous ne soyons venus que pour rêver, / ah ! il n’est pas vrai / que nous soyons venus vivre sur la Terre ! » chante Tochihuitzin."

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013


No intuito de incentivar o gosto pela leitura e pela escrita de poesia, o Plano Nacional de Leitura e o Centro Cultural de Belém, numa iniciativa conjunta, convidam todas as escolas do país, públicas ou privadas, do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, a participar no Concurso de Poesia Faça lá um Poema

O Concurso decorre entre Janeiro e Março de 2013 e terá a sua Final no dia 24 de Março. Nesta data, celebra-se, no Centro Cultural de Belém [CCB], o Dia Mundial da Poesia em cujo Programa será integrada com uma entrega simbólica de prémios aos vencedores.

Nota: O Formulário de inscrição para a edição de 2013 deste concurso do PNL só estará activo a partir de  31 de Janeiro de 2013. O formulário que consta, actualmente, na pg. dos Concursos do PNL, refere-se à ed. de 2011/2012 e, portanto, não deverá ser utilizado.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

"Os Cantores de Leitura"


“Leitura de poesia e contos, habitualmente seleccionados a partir de um tema ou da obra de um autor. Estas apresentações pretendem fomentar o prazer da leitura e da audição da palavra poética e a descoberta de novos mundos ficcionais”
15 JAN 2013 - 19h
Teatro D. Maria II | Salão Nobre | Entrada Livre

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013



Foi inaugurada, no Sábado, 5 de Janeiro de 2013, em Lisboa, no Rossio, a exposição "Expresso 40 anos" , cujo conteúdo versa os momentos mais marcantes da vida deste semanário e da vida social e política portuguesa e internacional das últimas quatro décadas.

A exposição estará ainda patente em outras 11 cidades do país [Coimbra, Braga, Aveiro, Viseu, Faro, Covilhã, Ponta Delgada, Funchal, Évora e Porto] e será complementada com um conjunto de conferências moderadas pelo presidente do Grupo Impresa, Francisco Pinto Balsemão.