quarta-feira, 27 de março de 2013



http://www.gazetadosartistas.pt/?p=16301

Dia Mundial do Teatro


Comemorações em Macedo de Cavaleiros
“V Festival de Teatro Amador”

27 – 03 – 2013, em Macedo de Cavaleiros, Distrito de Bragança, no Teatro Café, Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros
[AJAM - Associação Juvenil dos Artistas Macedenses | Direção Regional do Norte do IPDJ – Loja PONTO JA de Bragança | Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros | Loja Ponto JÁ de Macedo de Cavaleiros]
V Festival de Teatro Amador realiza-se no dia 27-MARÇO-2013




terça-feira, 26 de março de 2013

“Manifesto à Arte”
1 a 7 de Abril de 2013

A terceira edição do Festival Literário da Madeira, a decorrer no Teatro Municipal Baltazar Dias, convoca a revolução, a rotura e a renovação na presença e no gesto de 30 escritores decididos a ‘manifestar-se’.
 Além dos espetáculos e das conversas muito participadas, este ano os autores e ilustradores de literatura infanto-juvenil vão dar corpo a um ‘festivalinho’ móvel que se propõe estar presente em estabelecimentos de ensino de todos os níveis, dando o esforço à leitura.

PARTICIPANTES | PROGRAMA

segunda-feira, 25 de março de 2013


De 25 a 28 de Março de 2013 decorre a Feira do Livro de Bolonha, a feira do livro infantil e juvenil de maior relevo internacional, que faz 50 anos e em que a Suécia é o país convidado [exposição de ilustração do Swedish Arts Council].

Mariana Rio  volta a estar presente (depois de 2010) e participa na Exposição de Ilustração que é um dos principais focos desta manifestação e que reúne mais de 3000 ilustradores de todo o mundo.

Ainda de destacar a exposição de fotografia "Fifty years of  images" que conta com as participações de todos os que, desde 1964, têm participado nesta feira.

quarta-feira, 20 de março de 2013




"As Nações Unidas acabam de instituir o Dia Internacional da Felicidade, a ser assinalado a 20 de Março. Os 193 países que integram a ONU reconhecem que “a felicidade é um dos objectivos fundamentais do ser humano” e que este dia deve ser assinalado “de forma apropriada, nomeadamente com actividades pedagógicas”. A iniciativa para a criação deste dia partir do reino budista do Butão, pequeno país situado nos Himalaias (...)"

segunda-feira, 18 de março de 2013


1º PRÉMIO – 2º Ciclo
Alice Menezes Rodrigues Brito
EB2,3 João Afonso de Aveiro / 5º D


Há palavras…

Há palavras apaixonadas,
delicadas,
perfumadas,
Há palavras afiadas como espadas!
Há palavras elegantes,
distantes,
cortantes,
Há palavras (muito) petulantes!
Há palavras maduras,
prematuras,
obscuras,
Há palavras (secretamente) inseguras!
Há palavras quentes,
inocentes,
prepotentes,
Há palavras resistentes!
Há palavras banais,
excecionais,
especiais,
Há palavras para sempre, porque são intemporais!
Há palavras macias,
sombrias,
frias,
Há palavras feias, frágeis, fugidias…
Há palavras curiosas,
generosas,
misteriosas,
Há palavras como flores venenosas.
Há palavras prometidas,
proibidas
perseguidas,
Há palavras com lágrimas incontidas.
Há palavras inquietas,
indiscretas,
incorretas,
Há palavras escondidas por serem secretas!
Há palavras inspiradoras,
sonhadoras,
sedutoras,
Há palavras avassaladoras!
Há palavras indizíveis,
insensíveis,
imprevisíveis,
Há palavras imperfeitas,
Outras (quase) perfeitas!
Há palavras caladas,
revoltadas,
Há palavras inventadas,
Ou fruto da minha imaginação…
Mas palavras são palavras,
Façam sentido ou não.



Vencedores do concurso FAÇA LÁ UM POEMA


Ciclo

O Rio
João Pedro Pinto
Colégio Stª. Teresa de Jesus
A minha estrela
Mariana Jesus Cardoso
EB1 de S. Sebastião
Ai Mar
Ana Borges Diegas
EBI Pedras Salgadas

Ciclo
Há palavras…
Alice Menezes R. Brito
EB2,3 João Afonso de Aveiro
O Livro
Filipa Laranjeira
Colégio D. Afonso V
Eu e o mar
Raquel Alves Pacheco
EB/S de Lordelo
MH
Já é tarde…
Sofia M.S. M. Ferreira
EB2,3 Sophia de Mello Breyner

Ciclo
Versos de Inverno
Pedro Ferreira
EBI de Colmeias
Um livro é como uma caixa
João F. Letras Ferreira
EB2 de Condeixa-a-Nova
Entroikado
Spallou Pinto Ferreira
EB Pd. Donaciano A. Freire

ES
NÃO ATRIBUÍDO
Hipnose
Luís B. D. Fernandes
ES de Pombal
Explicação das coisas
Rita Isabel Sousa Costa
ES Manuel Teixeira Gomes

24 de MARÇO de 2013 – Centro Cultural de Belém

quinta-feira, 14 de março de 2013


ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO
 DE TEATRO POPULAR DE BONECOS


"O teatro de marionetas tem origens em tempos imemoriais, tendo provavelmente surgido como resposta à necessidade do homem primitivo comunicar com os seus deuses na tentativa de entender o mundo exterior expurgando os medos interiores. A animação de figuras estaria então no território do sagrado e do ritual.

Pela Idade Média, a Igreja – que num primeiro tempo se serviu da marioneta para a propaganda da fé (e o termo “marioneta” deriva do uso de figurinhas em representações associadas ao culto mariano) acaba por a proibir nos locais de culto e, com isso, ela ganha os terreiros de espaço de feiras e mercados, entretendo ou ridicularizando poderes abusivos, através do riso.
 No Portugal dos Descobrimentos tinha o nome de bonifrate e acompanhou navegantes, comerciantes e colonizadores de novos mundos.
 Dois séculos de Inquisição e outras perseguições não impediram que permanecesse no coração do povo e se reinventasse como “bonecos” (marioneta de varão) no interior alentejano, como “robertos” (marioneta de luva) na orla costeira estremenha e estendendo-se com as feiras e romarias ao restante território.
 Dos segundos, capitaneados pelo inefável Dom Roberto, existem uns “primos” de além-Atlântico – os Mamulengos- que, tendo uma génese comum remontando á Idade Média, conheceram desenvolvimentos diversos decorrentes do verdadeiro cadinho de culturas que é o imenso Brasil.
 Embora o Mamulengo assuma, segundo os locais em que acontece, diferentes nomes tais como “João Redondo”, “Simão”, “Tiridá” e outros, tem sido muitas vezes sinalizado como nascido no interior pernambucano, mas nos tempos mais recentes viajou, disseminou-se e tornou-se popular, não só no Brasil, à escala global. (...)"

 PROGRAMA
15 a 30 MARÇO 2013
Montemor-o-Novo|Évora|Sintra |Lisboa |Odivelas

quarta-feira, 13 de março de 2013


DIZER NÃO AOS BONS OFICIAIS COMO OFÍCIO,
Antonio Hernández, O Mundo Inteiro,
Trad. Inês Dias
 Ed: Língua Morta, Lisboa 2012
à sua máscara e ao seu enjoo.
Dizer basta à sua organização, à sua ordem,
acabou-se a tanto arcanjo diplomático.
Saber que cada abraço é um selo na boca
e que os nossos silêncios são comprados com/ pancadinhas
nas costas e nos ombros. Não hesitar na hora
de reprimir um lampejo das nossas vaidades.
A beatice mordeu-me em jovem
e converti o amor em meu inimigo.
Prometeram-me mundos e fundos
e dormi com a ambição, essa amante com espinhos.
Depois disse até aqui, e não era tarde
porque estremeci na magia
de um fio que me prendia à origem do mundo
e até lá passava pelas coisas secretas.
Mas vieram outra vez os bons com as suas músicas,
vestiram-me de limpo, casaram-me
com a decência e o decoro
e em troca cobraram-me muito sangue.
Já basta de Verdade com os seus remendos.
Já basta de chantagem, morte à sua derrota,
que a ameaça não prolongue a minha vida.
À hora da sesta, quando tudo é sonolência
e recupera a paisagem a sua nudez antiga,
como Gregory Corso subi ao sótão
e abri a janela para atirar as coisas
mais importante por ela: a Verdade, com a sua impostura,
disse-me: “Não faças isso, senão denuncio-te;
direi que foste infiel aos teus amigos,
à tua mulher, desleal com os teus pais,
uma má pessoa”. Fora!
E logo Deus a jurar por si mesmo
através dos seus templos e dos seus corifeus
isso do livre arbítrio, que Ele não teve culpa,
que está inocente
porque na sua essência sem contradição
não é capaz de mentir, nem dividir-se
no seu todo absoluto, excepto
quando ao sétimo dia
encarregou Heine de criar as nuvens.
E depois o Amor a prometer a sua felicidade
como um bolo de cascas,
enjoativo primeiro e depois sujo.
Livre!, sim, na condição de não obter
tal liberdade de joelhos fincados.
Livre!, mas de tanta liberdade,
essa que liga Deus às contradições
dos seus operários especializados, não às do santo
ou às do missionário que estão feitas de pão,
de vinho e de reunião:
a liberdade da sabedoria como uma circunferência,
a liberdade da razão sempre a duvidar,
a da fé não submetida ao seu dogma.
Ramos sem tronco floridos,
no extremo erigida a flor
como o sangue elevado no beijo,
sem a sua raiz a rosa na liberdade azul,
os pássaros com mãos ou os homens com asas.
E o seu fulgor como de feitiçaria.
Um sonho em que gire o universo.
Eu e a minha luz em solene despedida de tudo o que me prende,
à margem da lei, do seu artifício, do seu clã;
da justiça, que nunca enforca
os bolsos cheios.
Eu voando, voando onde não
há choro, voando no esquecimento.

Mas como costuma acontecer nos sonhos felizes
acordei nesse ponto,
quebraram-me de repente o mealheiro
como o entardecer o céu puro do oeste.

Dia da Árvore e da Poesia



terça-feira, 12 de março de 2013


Comemorações do Ano Brasil / Portugal
Escritoras brasileiras editadas em Portugal

Com coordenação de  Isabel Lousada e Gina Rafael, a Biblioteca Nacional de Portugal leva a cabo uma mostra centrada em 70 escritoras brasileiras que tiveram edições portuguesas e que significativamente ‘representam’ a escrita feminina brasileira. A peça mais antiga, Aventuras de Diófanes, imitando o sapientisssimo Fenelon na sua Viagem deTelemaco, 1777, de Teresa Margarida da Silva e Orta encontra-se, no extremo mais recente com Nada a dizer, de Elvira Vigna, de 2012

Biblioteca Nacional de Portugal / Embaixada do Brasil em Portugal / Universidade de Lisboa (CLEPUL) / Universidade Nova de Lisboa(CESNOVA) / Mestrado em Estudos Brasileiros (FLUL – ICS)

11 Março - 4 Maio | 17h00 | Sala de Referência – Biblioteca Nacional de Portugal | Entrada livre | Programa


quinta-feira, 7 de março de 2013

Festival de Animação de Lisboa
  


Mais de 250 filmes em exibição de alguma da mais recente produção de cinema de animação de que se destaca a retrospetiva dos países convidados –Brasil [perto de cem filmes e homenagem ao realizador Chico Liberato] e Espanha [exibições de cinematografia por regiões específicas e homenagem a Segundo de Chomón].
O focus do festival volta a ser o Japão que se faz representar pelos realizadores Mirai Misué e Goro MiyazakiPROGRAMA