sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

História da Língua Portuguesa



"(...) O PORTUGUÊS é a língua que os portugueses, os brasileiros, muitos africanos e alguns asiáticos aprendem no berço, reconhecem como património nacional e utilizam como instrumento de comunicação, quer dentro da sua comunidade, quer no relacionamento com as outras comunidades lusofalantes.
Esta língua não dispõe de um território contínuo (mas de vastos territórios separados, em vários continentes) e não é privativa de uma comunidade (mas é sentida como sua, por igual, em comunidades distanciadas). Por isso, apresenta grande diversidade interna, consoante as regiões e os grupos que a usam. Mas, também por isso, é uma das principais línguas internacionais do mundo.(...)"


Cinco dias a reflectir sobre a origem da língua portuguesa e o seu futuro -


 “(…) Serão explorados documentos e dados pouco conhecidos e revistas algumas ideias feitas, tudo integrado numa visão que engloba o advento, a transformação e a função da nossa língua.(…)”


13 Fevereiro / Quantos anos terá a língua portuguesa?
20 Fevereiro / A página de Portugal
27 Fevereiro / Narrativas medievais
6 Março / O ano de 1415
13 Março / História do futuro

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Babar


http://www.agendalx.pt/evento/babar

Um narrador, acompanhado ao piano, vai contando a história de Babar, o pequeno elefante que foge da floresta e chega à cidade, onde se veste como um homem. Depois de inúmeras ocorrências volta à floresta e é coroado rei dos elefantes.

-1 a 23 Fevereiro de 2014-
Encenação: Bruno Cochat,
Interpretação: Ruben Santos / Cândido Fernandes (piano)

L'Histoire de Babar | Jean de Brunhoff

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

terça-feira, 28 de janeiro de 2014


Pete Seeger, 1919  2014
‘Eletrónicos duram 10 anos; livros, 5 séculos'

(…) O livro não está condenado, como apregoam os adoradores das novas tecnologias?
O desaparecimento do livro é uma obsessão de jornalistas, que me perguntam isso há 15 anos. Mesmo eu tendo escrito um artigo sobre o tema, continua o questionamento. O livro, para mim, é como uma colher, um machado, uma tesoura, esse tipo de objeto que, uma vez inventado, não muda jamais. Continua o mesmo e é difícil de ser substituído. O livro ainda é o meio mais fácil de transportar informação. Os eletrônicos chegaram, mas percebemos que sua vida útil não passa de dez anos. Afinal, ciência significa fazer novas experiências. Assim, quem poderia afirmar, anos atrás, que não teríamos hoje computadores capazes de ler os antigos disquetes? E que, ao contrário, temos livros que sobrevivem há mais de cinco séculos? Conversei recentemente com o diretor da Biblioteca Nacional de Paris, que me disse ter escaneado praticamente todo o seu acervo, mas manteve o original em papel, como medida de segurança.

In: http://www.motimliterario.com.br/2012/06/papel-ou-digital-pontos-positivos-e.html

Qual a diferença entre o conteúdo disponível na internet e o de uma enorme biblioteca?
A diferença básica é que uma biblioteca é como a memória humana, cuja função não é apenas a de conservar, mas também a de filtrar - muito embora Jorge Luis Borges, em seu livro Ficções, tenha criado um personagem, Funes, cuja capacidade de memória era infinita. Já a internet é como esse personagem do escritor argentino, incapaz de selecionar o que interessa - é possível encontrar lá tanto a Bíblia como Mein Kampf, de Hitler. Esse é o problema básico da internet: depende da capacidade de quem a consulta. Sou capaz de distinguir os sites confiáveis de filosofia, mas não os de física. Imagine então um estudante fazendo uma pesquisa sobre a 2.ª Guerra Mundial: será ele capaz de escolher o site correto? É trágico, um problema para o futuro, pois não existe ainda uma ciência para resolver isso. Depende apenas da vivência pessoal. Esse será o problema crucial da educação nos próximos anos. (…)

Excertos de entrevista a Ubiratan Brasil - "Não Contem com o Fim do Livro"

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014


Notas de Autor 


Todas as semanas, a TSF e a Sociedade Portuguesa de Autores (SPA)
 convidam um autor. Criadores da escrita, da música, do teatro, cinema
 ou pintura falam do seu próprio trabalho e fazem sugestões diárias do 
que há para ler, ver e ouvir... e a não perder.





De Segunda a Sexta, às 12h50 e 17h50 | Uma parceira TSF /
Sociedade Portuguesa de Autores.



POETAS DO POVOJOSÉ ANJOS ] | POESIA e CINEMA  | JOÂO BOTELHO, ANA PADRÃO, JOSÈ WALLENSTEIN | Música -  JARI MARJAMAKI | Entrada  LIVRE |  27 Janeiro 2014


terça-feira, 21 de janeiro de 2014

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014




Finis Patriae

À Mocidade das Escolas 

V - Falam as Escolas em Ruínas

A alma da infância é um passarinho;
Gorjeia o ninho e a escola chora:
Ma infância cai a noite; e o ninho
Tem sobre as plúmulas d'arminho
    A aurora.
A alma da infância é flor mimosa;
A escola é triste e a flor vermelha:
Na escola paira a c'ruja odiosa,
E sobre o cálice da rosa
    A abelha.
Tu fazes, Pátria, as almas cegas,
Pendendo a infância num covil.
Aves não cantam nas adegas;
Se a infância é flor, porque lhe negas
    Abril?!


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014


150 ilustrações de 50 artistas  expostos no Museu da Electricidade, no âmbito da VI Bienal de Ilustração para a Infância.

“O júri desta edição formado por Chiara Carrer (ilustradora, italiana), Carll Cneut, (ilustrador, belga), Valerio Vidali (ilustrador, italiano, vencedor da ILUSTRARTE 12) e Ewa Stiasny (editora e designer, polaca), decidiu atribuir o Prémio ILUSTRARTE 14 à ilustradora alemã Johanna Benz e duas menções especiais aos trabalhos do ilustrador argentino Diego Bianki e da ilustradora polaca Urszula Palusinska.”



Johanna Benz

Concurso Literário

“Sophia de Mello Breyner Andresen”


Trata-se de uma Iniciativa conjunta das Câmaras Municipais de Lagos e de Loulé, na sua 9ª Edição, e tem como principal objetivo incentivar e promover a leitura das obras da poetisa e é dirigida a todos os alunos interessados do 3º ciclo do Ensino Básico e Escolas do Ensino Secundário da região do Algarve que devem submeter os seus trabalhos para apreciação até 15 de março de 2014, na Biblioteca Municipal de Lagos ou na Biblioteca Municipal de Loulé. A entrega de prémios ocorrerá no dia 25 de abril de 2014.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

img do Foral de mogadouro



Dirigido a todas as escolas do ensino público e privado e aos níveis de ensino do 1º Ciclo ao Ensino Secundário, procura incentivar o gosto pela leitura e pela escrita e descobrir os novos autores genuínos dos riquíssimos textos de que as anteriores edições do FLP já deram testemunho.
O Concurso decorre entre Janeiro e Março de 2014 e terá a sua Final no dia 22 de Março de 2014, data em que se celebra, no Centro Cultural de Belém [CCB], o DIA MUNDIAL DA POESIA em cujo Programa será integrada a cerimónia de entrega de prémios aos vencedores.
REGULAMENTO

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

JUÍZO DO ANO







“(…) Se é amante das artes, este é sem dúvida o seu ano. Os escritores que aproveitem e  desenvolvam as suas inspirações; os músicos que componham; os pintores que encham as telas de cores e de emoções; os atores que interpretem os textos intemporais e os escultores que procurem dominar a pedra ou o metal com a sua criatividade. Sejam ousados, pois todos temos o dever de combater a inércia (…)”. [Célia Codete]







terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Associação Caboverdiana de Sines 
e Santiago do Cacém

30 anos de história


António Firmino

“Apresentação do trabalho da Associação Caboverdiana ao longo dos seus 30 anos de existência. Inclui núcleos sobre os pescadores cabo-verdianos em Sines e pintura de António Firmino.”


Centro de Artes de Sines |  Até 16 de Janeiro de 2014 | Todos os dias, 14h00-20h00 

Festival de Ano Novo


FAN, Festival de Ano Novo, é uma organização do Teatro de Vila Real e do Teatro Municipal de Bragança que propõe, a quem o acompanhe, ‘um roteiro turístico e cultural’ concentrado, no mês de Janeiro de 2014, nestas duas cidades do interior transmontano.



O Fan oferece, nesta sua 8.ª Edição, 38 concertos interpretados por músicos portugueses, espanhóis e ingleses que irão passando por palcos tão diversos como cafés, bibliotecas, teatros, escolas e, mesmo, o Santuário de Panóias (Quarteto Assai, 25 de Janeiro).

O Festival pretende atingir “três objectivos fundamentais: proporcionar um acesso descontraído à música erudita, descentralizar geograficamente a oferta de espectáculos e dinamizar espaços de interesse histórico, arquitectónico e cultural.” 


segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Sophia de Mello Breyner
Companhia Nacional de Bailado
temporada de 2014

Ana Lacerda

A programação de 2014 da Companhia Nacional de Bailado vai estar associada à obra poética de Sophia de Mello Breyner Andresen e, assim, “celebrar com Sophia ‘a fragilidade, a emoção, a fantasia e o efémero das nossas danças’ ”. Entre outros, Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Rui Lopes Graça e Pedro ou Anne Teresa De Keersmaeker assinarão novas peças da CNB.




Inventei a dança para me disfarçar.
Ébria de solidão eu quis viver.

E cobri de gestos a nudez da minha alma

Porque eu era semelhante às paisagens esperando

E ninguém me podia entender.


Sophia de Mello Breyner Andresen, in Coral, 1950
1º Encontro “Literatura: Presente, Futuro”

A URGÊNCIA DA LITERATURA
LER MELHOR, COMPREENDER O HUMANO, PREPARAR O FUTURO

Camões. Retrato de Fernão Gomes.
 IAN/Torre do Tombo
Organizado pela Fundação Centro Cultural de Belém e comissariado pela Professora Doutora Helena Buescu e pelo Doutor António Carlos Cortez, este 1º Encontro procura


 “Pensar a literatura num tempo em que impera o paradigma tecnológico significa, sobretudo, questionar que literatura é hoje feita para as crianças e adolescentes e qual a responsabilidade de pais, educadores, professores, escritores, editores e livreiros”, através de um conjunto de perguntas:

Quais as relações entre o público-alvo e a necessária missão educativa dos livros?

Que responsabilidades devem ser atribuídas a editores, escritores e professores/escola?

Que tipo de literatura fomenta a leitura crítica, exigente, responsável?

Que papel cabe ao jornalismo e à Universidade?”

a que responderão Ana Paula Laborinho, Ana Paula Tavares, Carlos Mendes de Sousa, Eduardo Lourenço, Eduardo Marçal Grilo, Elisa Costa Pinto, Fernando Pinto do Amaral, Guilherme Oliveira Martins, João Lobo Antunes, José Augusto Cardoso Bernardes, José Carlos de Vasconcelos, José Carlos Seabra Pereira, José Jorge Letria, Manuel Alberto Valente, Maria Alzira Seixo, Mário de Carvalho, Nuno Crato, Nuno Júdice, Rosa Maria Martelo e Teolinda Gersão

CCB, 11 e 12 de Janeiro de 2014, das 10h00 às 17h00, na Sala Luís de Freitas Branco