segunda-feira, 20 de abril de 2015

O QUE É SER MODERNO HOJE?

A poesia portuguesa 100 anos depois de Orpheu

O que é ser moderno hoje? é um conjunto de mesas-redondas que, 100 anos depois de Orpheu, interroga a modernidade e a sua textura.
 
Folha de rosto do fascículo n.º 1,
Janeiro–Fevereiro–Março de 1915.
“Este ciclo de debates tem como objectivo perceber o que significa, hoje, ser moderno em poesia. Toma-se como pretexto os cem anos da revista Orpheu, que contribuiu decisivamente para a afirmação de um discurso poético moderno e vanguardista em Portugal. Queremos mapear o estado da arte em 2015, mas também cruzar a experiência órfica com outras que gerações mais novas estão a promover. Talvez assim seja possível perceber em que consiste essa “arte de ser moderno em Portugal”, que Jorge de Sena garantia ser uma permanente oscilação entre vontade de ruptura e consciência de tradição. Se tudo o que é moderno acabará um dia por ser clássico, que lugar tem a aventura do modernismo para os poetas portugueses de agora? Conversas entre poetas, ensaístas e críticos, que mais tarde podem vir a ser reunidas em livro. Das seis sessões, duas realizam-se em Abril, as restantes no mês de Maio, numa iniciativa de António Carlos Cortez, José Mário Silva e Luís Ricardo Duarte, em parceria com a Casa Fernando Pessoa e o Café Martinho da Arcada”



2ª SESSÃO [próxima sessão]
Tema: Cristal e Chama: que é e para que serve a poesia?
Moderador: António Carlos Cortez
Data: 22 de Abril de 2015
Horário: 18 horas
Duração: 60 minutos
Local: Café Martinho da Arcada
Sinopse: Pensar a poesia num tempo de novas indigências é um tópico sempre em contínuo processo de renovação. Interessa-nos reflectir sobre a linguagem poética num contexto lato de linguagens, em particular a política e a mediática. Até que ponto a linguagem poética resiste às outras linguagens? Há uma pauperização da linguagem de poesia? Que função – se é que existe? – pode a poesia ter no mundo global?

Convidados: Fernando Luís Sampaio, Frederico Pedreira, Nuno Júdice, Paulo Tavares

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