quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

"Raízes da Curiosidade"

Simbiose de arte e ciência



O CCB e a Fundação Champalimaud deram, em 2014, início ao projeto Raízes da CuriosidadeTempo de Ciência e Arte, propondo a cinco duplas de jovens neurocientistas e artistas que encontrassem  a raiz da curiosidade que os pudesse unir.

Contando com um painel de convidados ligados às áreas da Neurociência e da Arte, o processo encerra com o ciclo de Conferências “Raízes da Curiosidade - Simbiose de arte e ciência” nos próximos dias 30 e 31 de Janeiro, no auditório da Fundação Champalimaud, durante o qual ocorrerá a estreia do documentário da realizadora Cláudia Varejão sobre o processo criativo deste projeto.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

"9000 formas da felicidade:
as edições Pulcinoelefante"

Pulcino  n.º 237,  Janeiro de 1992
texto de Alda Merini | desenhos de Marco Carnà
Até dia 31 de Janeiro e com curadoria de Catarina Figueiredo Cardoso, está presente na Biblioteca Nacional em Lisboa, a primeira mostra de livros da editora de Alberto Casiraghy em Portugal.
Trata-se de uma mostra das edições Pulcinoelefante, todas feitas à mão, ao ritmo de um livro por dia.
“Os livros de Alberto são quatro ou seis folhas de papel Hahnemühle, tamanho A4, dobradas em A5. Contêm um aforismo ou um pequeno poema impresso em caracteres móveis, e uma ilustração (…). As tiragens vão de 15 exemplares a 30 ou 35, numerados sequencialmente.” [BN]

O editor tem mantido uma relação estreita com Portugal tendo, mesmo, publicado Pessoa e Vasco Graça Moura, entre outros.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015





Antes o Vôo da Ave

Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto, 
Que a passagem do animal, que fica lembrada no chão. 
A ave passa e esquece, e assim deve ser. 
O animal, onde já não está e por isso de nada serve, 
Mostra que já esteve, o que não serve para nada. 
A recordação é uma traição à Natureza, 
Porque a Natureza de ontem não é Natureza. 
O que foi não é nada, e lembrar é não ver. 
Passa, ave, passa, e ensina-me a passar! 

Alberto Caeiro,

 in "O Guardador de Rebanhos - Poema XLIII" 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Viajes por España (1830-1833)
Richard Ford


A Real Academia de Bellas Artes de San Fernando e a Fundación Mapfre, mostram centenas de ilustrações da Espanha dos princípios do Sec. XIX da autoria de Richard Ford, durante as suas viagens pelo território, entre 1830 e 1833.
Trata-se de um conjunto impressionante de 203 desenhos e aguarelas a que Babelia chama de fotografia antes da fotografia, como esta 'Puente del Diablo, en Martorell', que ilustram uma realidade com quase dois séculos a cobrir os itinerários principais e as cidades mais importantes por onde o autor se perdia e de onde acabou por surgir a obra “A Handbook for travellers in Spain and readers at home”[ "Manual para viajeros por España"].
Até 1 de Fevereiro

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

"Tão alto quanto os olhos alcançam"
Diálogo entre arte sacra e contemporânea

Comissariada por Delfim Sardo, a exposição "Tão alto quanto os olhos alcançam", presente na Fundação Eugénio de Almeida,  em Évora «propõe uma leitura cruzada entre a arte sacra e a arte contemporânea», através de uma “mostra de obras relevantes de pintura, escultura e paramentaria provenientes de instituições de culto, bem como de arte contemporânea, de artistas como Joseph Beuys, Michael Biberstein, José Pedro Croft e Fernando Calhau (…)”

Até 15 de Março de 2015 | SABER MAIS E MAIS




Imagem - São Sebastião | Portugal – Séculos XIV/XV | Escultura de vulto pleno em calcário (?) policromado | A. 65 cm x L. 22 cm x Pr. 22 cm | Igreja de Nossa Senhora da Graça | Monforte | D.R.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015



Muitas ferramentas recomendadas de apps e portais especializados vieram a transformar-se em auxiliares educativos imprescindíveis, principalmente na perspectiva dos mais novos que vão crescer rodeados de um mundo de propostas nem sempre fáceis de selecionar.
De acordo com o blogue Eduapps, especializado na classificação e análise das inumeráveis aplicações educativas, existem hoje mais de 80 000 aplicações pensadas especificamente para a situação de aula
No pressuposto de que a educação do futuro será digital e autodidacta, torna-se inevitável sintetizar as preocupações dos pais e dos educadores no sentido de que estas aplicações sejam prioritariamente utilizadas e concebidas como instrumentos de aprendizagem.
[texto adaptado da notícia de ‘El país’, 15.01.2015]

terça-feira, 13 de janeiro de 2015


ARTE EMERGENTE EN MÁLAGA


23, 24 e 25 de Janeiro em Málaga.

Feira internacional de arte independente e jovem organizada pela Factoría de Arte y Desarrollo, empresa que dinamiza e gere projectos ligados à arte e à cultura mais recentes.

 A feira ocupa o hotel Room Mate Larios onde se podem percorrer 27 espaços expositivos e um território autónomo para projectos independentes de fotografia, edição, artes plásticas… Programa | Galerias | Saber mais
HISTÓRIA MERGULHADA
Tendo como elemento preponderante a água, em todas as suas vertentes, “a água onde se nasce, a água que se bebe, a água de onde se tira o alimento, a água profunda onde habita o desconhecido, a água transparente que nos leva por novas viagens e a água de que somos feitos e onde gostamos de mergulhar de vez em quando”, Ana Lúcia Palminha, no Teatro Maria Matos, conduz as crianças entre os três e os cinco anos numa viagem pela água a que chamou História Mergulhada e que tem como ‘fonte’ inspiradora o conto  Mulher Foca do livro Volta ao mundo em 52 histórias.


adaptação da história tradicional: Ana Lúcia Palminha | criação: Ana Lúcia Palminha, Cláudia Andrade e Suzana Branco
interpretação: Ana Lúcia Palminha | criação e realização plástica: Maria João Castelo | música: Ana Lúcia Palminha
ideia original: Susana Menezes | produção: Maria Matos Teatro Municipal | fotografia: © Ana Lúcia Palminha

Entre 15 a 25 Janeiro de 2015
Dias úteis, às 10h |  sábado, às 16h30 | domingo, às 11h e 16h30

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

"A Mulher e o Mundo"


BANDA DESENHADA NO FEMININO

CONCURSO
[Projecto do universo "Beyond Manga" da Banzai Team]

Só para AUTORAS nacionais de Banda Desenhada – Criação de história em 8 páginas de BD | Lançamento do Concurso a 8 de Janeiro de 2015 | Entrega de trabalhos até 8 de Março de 2015 | Publicação, na Banzai, dos 3 trabalhos vencedores | Participação em exposição itinerante e ComiCon Portugal 2015




Para participar
  • Inscrever-se em amulhereomundo@banzai.co.pt  [nome | Cartão Cidadão | data de nascimento]
  • Participar com uma história completa em 8 pgs de BD até 8 de Março de 2015
  • Os trabalhos devem ser entregues no formato A4 a 72dpi. Os três melhores trabalhos são obrigatoriamente entregues à organização em A3 a 300dpi (ou A4 a 600dpi)
  • A participação pode ser individual ou em grupo
  • Cada concorrente pode participar com um trabalho
  • Os trabalhos serão avaliados por um júri constituído por 4 representantes dos membros da organização e uma convidada
  • A decisão do Júri será conhecida publicamente a partir de 8 de Abril de 2015
  • Regulamento

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015


Rei do Rock nasceu há 80 anos




Elvis Aaron Presley nasceu no dia 8 de janeiro de 1935 , Tupelo,  Mississipi e morreu em Memphis, a 16 de agosto de 1977.
Influenciado por géneros musicais como o Blues, Country e Gospel, a carreira discográfica de Elvis Presley, com  mil milhões de discos vendidos, começou em 1954, na editora Sun Records. Participou em 33 filmes, foi estrela de televisão e, entre outros prémios, em 14 nomeações, ganhou três Grammy.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015



Revista emblemática do Modernismo Português, o primeiro número da revista Orpheu surgiu em 1915 e desde logo se instituiu como um forte sinal de inovação e modernidade no ambiente literário da época de que a história acabou por destacar os nomes de Fernando Pessoa e de Mário Sá-Carneiro. 


"Ode Triunfal", de Álvaro de Campos,
lido por André Salvada

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

‘Almeida Garrett - A Viagem e o Património’

Exposição evocativa dos 160 anos da morte do escritor
Até 19 de Abril de 2015

(…) “da vastíssima obra e acção polifacetada de Almeida Garrett, privilegia-se a actividade que exerceu em torno da causa patrimonial”.
“A sua concepção de património, ampla e integrada, permite avaliar esta importante faceta do escritor e do político, repartida entre a educação do gosto, a crítica de arte, a formação e o estatuto social e profissional dos artistas, a salvaguarda dos monumentos nacionais, entre outros importantes aspectos, numa perspectiva progressista e inovadora para o desenvolvimento do país, que se admira pela sua actualidade”, (…) “reuniu-se um conjunto de obras, peças e documentos dos museus, palácios, bibliotecas e arquivos nacionais que, pela sua inquestionável importância, não deveriam deixar de a ilustrar”.

In: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=752009 [da Secretaria de Estado da Cultura]

Capítulo III

“(…) Não: plantai batatas, ó geração de vapor e de pó de pedra, macadamizai estradas, fazei caminhos-de-ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, estas horas contadas de uma vida toda material, maçuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente do que a hoje vivemos. Andai, ganha-pães, andai; reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. — No fundo de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas de dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico? — Que lho digam no Parlamento inglês, onde, depois de tantas comissões de inquérito, já deve de andar orçado o número de almas que é preciso vender ao Diabo, o número de corpos que se têm de entregar antes do tempo ao cemitério para fazer um tecelão rico e fidalgo como Sir Roberto Peel, um mineiro, um banqueiro, um granjeeiro — seja o que for: cada homem rico, abastado, custa centos de infelizes, de miseráveis(…)”

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